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um insight sobre o rd summit

O insight de hoje vai ser atípico. Isso porque, hoje, eu vim fazer um registro. 📽️ Nós participamos de um momento incrível que nos proporcionou muitas ideias, e achei que seria interessante tentar dividir tudo isso com você.
Seu café está no jeito? ☕ Então vamos lá:

Definição sobre o que é RD Summit

// ecossistema digital //

No início do mês, a gente participou do RD Summit 2018 ❤️ Tem gente que se refere a ele como o maior evento de marketing digital da América Latina — para nós, a palavra “evento” não é suficiente para se referir à experiência que é RD Summit. A gente prefere imersão, movimento. Ou, melhor ainda, ecossistema.

Três dias para pensar e repensar em como fazemos as coisas. Três dias de muita troca com pessoas que, como a gente, vivem e respiram marketing digital — DNA em código, em pixel, em automação, em emoção.

// evoluir, transformar, transcender //

Todos os anos, o RD Summit muda alguma coisa em nós. Esse ano foi quase catártico, porque essa edição nos fez entender o poder da mudança. Parece ficção, mas é evolução. Transformação.
Eu escrevo o insight de hoje sem muita esperança de que eu consiga transmitir o que essa experiência representou para nós. Mas espero ao menos tentar te fazer pensar em coisas que nos fizeram pensar. Coisas que nos fizeram mudar:

// 001. o que nos diferencia das máquinas? //

Marta Gabriel sobre inteligência das máquinas

Com o prognóstico da quarta revolução industrial cada vez mais próximo da nossa realidade, a Inteligência Artificial é um dos assuntos mais comentados (e mais temidos) da atualidade.

Quando dizemos que o futuro é digital, falamos sério.

Se você não acredita que daqui há alguns anos estaremos dividindo (ou competindo?) boa parte das nossas funções e processos com bots, robôs e automações, pense de novo. É muito mais eficiente para o usuário se comunicar com uma automação. A previsão é que até 2020, cerca de 85% do relacionamento cliente x empresa acontecerá SEM contato humano, e essa foi a grande questão levantada por Martha Gabriel em uma das main sessions do evento.

Em contrapartida, Marcos Piangers nos lembrou da importância de nos desconectarmos, de não criarmos dependência, de não subestimarmos a inteligência orgânica, humana. A chave é o equilíbrio. A inteligência artificial só servirá seu propósito se estiver munida de humanidade. Máquinas não sentem, não emocionam por si só. Esse deve ser nosso foco e papel.

// 002. vender é um esporte de equipe //

Jacco Vanderkooij no RD Summit 2018

A jornada e o processo de compras também está em constante evolução, mas uma coisa não muda: pessoas amam (e precisam) comprar. Elas só não aguentam mais que tentem vender para elas. É um pensamento bem simples, na verdade; o especialista em vendas da Winning by Design, Jacco Vanderkooij, explicou em sua main session: o modelo de vendas como conhecemos não vai mais funcionar — e já não está funcionando, se você me perguntar (inclusive já falamos sobre isso em insights passados e em artigos no blog). E a solução para vender mais não é nenhuma fórmula mágica e nem devia ser novidade: é só parar de tentar vender para as pessoas e começar a tentar ajudá-las!

Quando digo que não devia ser novidade, é porque esse é um ~conceito que faz muito sentido para Inbound. Gritar mais alto que a concorrência deixou de ser uma estratégia já há um bom tempo — é preciso ser mais, oferecer mais, ajudar o cliente. Tim Ash, especialista em otimização de conversão, também reforçou essa ideia em sua palestra: nossa função, como profissionais de marketing, é trabalhar para facilitar as decisões do público. O processo de decisão deve ser simples.

// 003. compro, logo existo? //

Fernando Kimura - o que é RD Summit

Vou escolher fechar esse insight com uma palestra que nos convidou a pensar, de certa forma, sobre a nossa existência. Subvertendo Descartes com a maestria de quem investiga o avesso, Fernando Kimura, autoridade em neuromarketing e inovação em comunicação, provocou: “compro, logo existo”.

Em um insight anterior, eu perguntei o que é que marcas incríveis tinham em comum. A resposta tinha a ver com inspiração, com geração de valor. Marcas incríveis têm o poder de mudar alguma coisa nas pessoas que elas atingem ❤️ e isso tem muito a ver com o que o Kimura quis passar para nós. Nas palavras dele, nós somos, sim, um pouco daquilo que consumimos. É por isso que as marcas que entenderam que têm poder para fazer diferença na vida das pessoas estão na frente. É por isso que as marcas que trabalham para se aproximar das vidas das pessoas e que buscam inovação, sem se contentar em fazer mais do mesmo, são destaque.

A provocação dele é precisa: inovação requer mais do que dinheiro — requer ousadia. É esse tipo de pensamento que nos move e nos inspira em nossos projetos.

 // evoluindo juntos //

Espero ter conseguido te transmitir um pouco do que foi essa experiência. O futuro está muito mais próximo do que a gente consegue imaginar, e ele é digital.

É hora de fazer as perguntas certas: você já parou para pensar em como sua empresa estará em cinco anos? E em quinze? O que você está fazendo para atravessar essa ponte?
Te vejo em dezembro? 😉