um insight [franco] disruptivo

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Na última edição da K2 Insights, falamos de amor. Apesar de acreditar que o amor e a conexão sejam o motor principal das relações de consumo, esse mês nós vamos falar, nua e cruamente, sobre sobrevivência. E se você tem alguma pretensão de manter seu negócio vivo nos próximos 10 anos. Sugiro sinceramente que você continue comigo.

um insight [franco] disruptivo

A primeira coisa que você precisa saber sobre sobreviver no mundo de hoje, é que nada é estático. Nós estamos em constante movimento. Correndo, mudando, sob pressão e sem tempo. Por isso, dinamismo e mutabilidade são as palavras de ordem nesta nova era.

Nós somos a geração mais distraída da história. Nosso intervalo médio de atenção caiu de 12 segundos, em 2000, para 8 segundos em 2013 (National Center for Biotechnological Information). Isso significa que apenas o surpreendente, inusitado e imprevisível é capaz de chamar a atenção dessa geração de conectados desatentos.

Por isso, saiba: no marketing e nas relações de consumo, tudo aquilo que é estático vai morrer. É hora de se adaptar.

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“É preciso ter asas quando se ama o abismo” 

Em 1998, a Netflix surgiu com a ideia de lançar um serviço de encomenda de DVDs a domicílio. No ano seguinte, passou a disponibilizar uma assinatura mensal: todos os filmes que você quisesse por um preço fixo.

Essa nova maneira de oferecer serviços chacoalhou o segmento, mas não o suficiente pra amedrontar a gigante Blockbuster, que à época comandava o mercado e o coração estadunidense. Um ano depois, a Blockbuster recebeu uma proposta para adquirir a estreante Netflix. A proposta foi recusada, e essa negatória foi o que marcou o desmoronamento do império Blockbuster nos anos seguintes.

Em 2010, 3 anos após o lançamento da sua plataforma de streaming, a Netflix iniciou seu processo de expansão mundo afora. Neste mesmo ano, a Blockbuster abriu seu processo de falência.

A quebra da Blockbuster não foi um exemplo prático apenas da necessidade do mercado acompanhar a evolução da sociedade. Mais do que isso, ela nos mostra que é papel das marcas romper com seus conceitos e modelos e se reinventarem, antes que o mercado rompa com elas. Esse fenômeno tem nome:

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[O autoaperfeiçoamento talvez não seja a solução. A solução talvez seja a autodestruição. — Clube da Luta]

A autorruptura é possível através da análise dos consumidores, das suas necessidades e da realidade em que eles estão inseridos, e também da sociedade e do mundo como um todo.

E se engana quem pensa que a inovação é papel apenas das grandes corporações que habitam o Vale do Silício. Na atual cadeia alimentar das relações de consumo, é necessário criar muito mais do que copiar.  Isso porque na nova realidade digital da globalização “empresas menores, mais jovens e localmente estabelecidas terão chance de competir com empresas maiores, mais antigas e globais” [Philip Kotler].

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 “O que não muda não sobrevive”   

“Mas como eu faço isso?” A resposta é simples, mas logicamente não é fácil.
O primeiro passo é deixar pra trás o questionamento “como vender mais” e passar a se perguntar:

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Encontrar essas respostas só é possível analisando as necessidades do seu usuário e realidade em que ele está inserido. Além disso, é preciso ter consciência que a evolução do mercado para o digital não é mais um futuro distante: ela está acontecendo agora.

Por isso te pergunto, como está sua presença digital? Além do trivial, o que você oferece de novo aos seus consumidores? Como você facilita  a sua jornada de compra?

“67% da jornada do comprador agora é feita digitalmente. Isso significa que sua estratégia digital é mais importante do que nunca.”

SiriusDecisions

Isso significa que é hora de fazer do digital parte do seu DNA. É imprescindível oferecer ao seu consumidor uma jornada de compra dinâmica, ágil e completamente nova. É hora de encantar seu público. Mas como?

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 A nova era da experiência do cliente

Acredito que você possa estar se perguntando por onde começar. E não seria surpresa se eu te dissesse que o primeiro passo é voltar sua comunicação para o futuro. Mas mais do que transformar seu negócio digitalmente, é necessário entender o porquê disso.

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[CEI Survey]

Pode parecer esquisito, mas é imprescindível se entender que essa metamorfose digital não é mais sobre tecnologia, mas sobre pessoas. Mais do que nunca, é necessário que marcas aprendam a traduzir a voz do seu consumidor e entendam onde seus processos devem evoluir para transformar sua experiência em algo memorável.

Essa virada de chave entre enxergar seu consumidor como mero alvo e passar a vê-lo num relacionamento horizontal com a sua empresa será o segredo da sobrevivência na cadeia alimentar dos mercados dos próximos anos.

Um case pra se levar em consideração  

A Gleba Imóveis percebeu que apenas atrair e qualificar leads não era o suficiente. Para de fato posicionar a marca como uma referência no segmento, seria necessário também transformar seus processos e dinamizá-los para tornar a experiência do seus usuários cada vez mais memorável. Para isso, implementamos:

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O resultado, além de um estrondoso crescimento orgânico nos acessos do Youtube, foi o crescimento da imobiliária como marca.

Numa pesquisa no Google Trends, a linha azul representa as pesquisas para o termo “Gleba Imóveis” nos últimos 5 anos, em comparação a outros concorrentes, tanto imobiliárias, quanto construtoras tradicionais da região:

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O gráfico demonstra que muito mais do que crescimento no número de leads ou oportunidades, a Gleba Imóveis conquistou um novo patamar como marca, posicionando-se como uma referência no segmento que atua.

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Você está preparado para a transformação?  

Espero que os insights deste mês tenham te ajudado a enxergar este novo mundo e os desafios que vêm por aí de uma maneira realista, mas também otimista. O novo mundo pode ser desafiador, mas a evolução da conexão entre marcas e consumidores com certeza será recompensadora.

E aí, você está pronto para a metamorfose?

Até a próxima edição do K2 Insights! ✋